Todo espectador pode agora colocar as mãos na obra de arte e transformá-la.
Ele só precisa mover as ripas como uma folha de porta. Ele tem a liberdade de determinar o quanto ele gira a asa e, assim, determina o quanto a imagem subjacente deve ser obscurecida ou revelada.
Há também uma opção de design no número dessas lâminas que o ator deseja mover.
Mesmo uma imagem bidimensional é agora aproximadamente (com lacunas) possível. |